A mão de obra pode ser 40% a 60% do custo da reforma, e é onde mais surgem conflitos. Antes de fechar:
- Peça indicação e veja obras prontas do profissional. Foto de serviço acabado e contato de clientes antigos valem mais que conversa.
- Defina o escopo por escrito: o que será feito, com que material, prazo e valor. "Combinado no boca a boca" é fonte de briga garantida.
- Diária x empreitada: na diária você paga por dia trabalhado (bom para serviço indefinido, mas exige acompanhamento); na empreitada o preço é fechado por serviço (melhor para escopo claro, o risco de prazo é do profissional).
- Combine quem compra o material — geralmente o dono da obra compra, e o empreiteiro cobra só a mão de obra ("por administração" ou "só a mão").
Cuidado com o orçamento muito abaixo dos outros: costuma esconder material de menos, retrabalho ou abandono da obra no meio. Nunca pague tudo adiantado — combine pagamento por etapas concluídas e conferidas. Se for formalizar, um contrato simples com escopo, prazo, valores e forma de pagamento protege os dois lados.